6 ABRIL
Na pandemia, desde o início, tenho procurado guardar todos os protocolos de segurança. Além de só sair com máscara e o estritamente necessário, guardo isolamento social e sempre ando com álcool em gel, além de procurar me alimentar adequadamente e ingerir líquidos para não ter problemas de imunidade baixa.
Mesmo assim, há uns cinco dias tenho enfrentado sintomas que podem ser de covid. Fui ao médico, ele receitou uns medicamentos e pediu a testagem, que já fiz e espero agora o resultado.
Na pandemia, desde o início, tenho procurado guardar todos os protocolos de segurança. Além de só sair com máscara e o estritamente necessário, guardo isolamento social e sempre ando com álcool em gel, além de procurar me alimentar adequadamente e ingerir líquidos para não ter problemas de imunidade baixa.
Mesmo assim, há uns cinco dias tenho enfrentado sintomas que podem ser de covid. Fui ao médico, ele receitou uns medicamentos e pediu a testagem, que já fiz e espero agora o resultado.
O pior dos sintomas é uma tosse persistente, acompanhada de uma falta de ar terrível e febre igualmente persistente. São segundos de tosse que duram uma eternidade. O sujeito puxa o ar e ele não vem, acompanhado por uma dor intensa na região dos pulmões.
Imagina o sujeito tendo de conviver em aglomeração em escola, pois esse papo de protocolo é para inglês ver e todos sabem que não funciona na prática? O correto é com vacina. Aí quero ver atrasar um minuto de aula...
E eis que chega o Ministério Público do RN, senhores e senhoras promotores muito bem pagos com nossos recursos (o que acho justo e assim o seja com as demais categorias), e ingressa com ação judicial para obrigar que as escolas voltem a funcionar normalmente, exatamente no pior momento da pandemia, com mortes passando das 4 mil diárias.
Logo o MP que há tempos está em trabalho remoto.
Caso a Justiça obrigue as escolas a voltarem a funcionar, mesmo sem a vacina para professores, alunos e pais, num contexto em que faltam vagas de leitos e de UTIs em hospitais públicos e privados, os promotores e todos os demais funcionários do MP deveriam ser obrigados, também, a voltarem a funcionar normalmente, iguais aos educadores.
Aí queremos ver se os discursos correspondem à prática.
P.S. Hoje mesmo, entrei em contato com quatro hospitais privados de Natal e dois públicos, com a pergunta clássica: se meu caso agravar, vai ter vaga para me internar num leito ou em UTI?????
A resposta de todos foi taxativa.
- Não temos vagas em nenhuma situação.
- Não temos vagas em nenhuma situação.

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