27 FEVEREIRO
O esticamento da corda será por demais prejudicial à governadora Fátima Bezerra, que não vive um momento bom administrativa e politicamente falando. Os professores do RN sabem que jogar culpa no MP não cola e greve continua, entrando para o terceiro dia, sem uma posição da governadora.
O esticamento da corda será por demais prejudicial à governadora Fátima Bezerra, que não vive um momento bom administrativa e politicamente falando. Os professores do RN sabem que jogar culpa no MP não cola e greve continua, entrando para o terceiro dia, sem uma posição da governadora.
Na terça-feira (25), durante assembleia geral, os profissionais da Rede Estadual de Ensino decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado (foto acima).
Dezenas de escolas, estado afora, estão completamente fechadas.
De acordo com as deliberações, a categoria propõe o reajuste de 6,27% a partir de março, além do pagamento retroativo referente aos meses de fevereiro e março. A proposta será formalmente encaminhada ao Governo do Estado por meio de ofício, na expectativa de uma resposta rápida e satisfatória.
O movimento grevista surge em um momento de tensão entre os educadores e o poder público, refletindo insatisfações acumuladas em relação à valorização profissional e às condições de trabalho nas escolas estaduais.
A greve deve impactar diretamente o calendário escolar, e a categoria promete manter a mobilização até que haja avanços concretos nas negociações.
De acordo com as deliberações, a categoria propõe o reajuste de 6,27% a partir de março, além do pagamento retroativo referente aos meses de fevereiro e março. A proposta será formalmente encaminhada ao Governo do Estado por meio de ofício, na expectativa de uma resposta rápida e satisfatória.
O movimento grevista surge em um momento de tensão entre os educadores e o poder público, refletindo insatisfações acumuladas em relação à valorização profissional e às condições de trabalho nas escolas estaduais.
A greve deve impactar diretamente o calendário escolar, e a categoria promete manter a mobilização até que haja avanços concretos nas negociações.
O governo da professora Fátima culpa o Ministério Público para não conceder os 6,27% do reajuste do piso a todos os professores. Mas os docentes sabem que, se o governo tiver vontade política, uma vez que não faltam recursos, o problema será resolvido. Basta querer. (Com informações do Sinte Mipibu).
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